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Seja Reclamado!

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Ulisses
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MensagemAssunto: Seja Reclamado! Dom Jun 24, 2012 9:36 am

Relembrando a primeira mensagem :

Aqui, o campista irá fazer sua oração ao seu possível progenitor. Assim que for feita ela, algum administrador irá avaliar e ver se você realmente se encaixa aos padrões de seu pai/mãe divino.
Na oração deve ter:

  • - Mínimo de 5 linhas.
    - Não tem máximo.
    - Enfeites (Negrito, Itálico, Cores, Fontes, Neon, etc)
    - Coerência
    - Gramática Correta
    - Referência
    - Características pessoais.
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AutorMensagem
Bruce Diamond
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Seg Jul 16, 2012 11:15 am

Oração para Apolo the sexy


Talvez tudo fique simples, talvez a morte seja o caminho ou seja pelo menos o fim do sofrimento, era isso que eu pensava. A vida é apenas uma passagem não? Infelizmente não é... Bem... Vou falar sobre mim, sou um semideus, é pelo menos o que disseram, tenho quinze anos e cheguei aqui a pouco tempo, sou lindo,sexy, fodão () assim como a quem estou indo orar agora, passei algum tempo conversando com algumas Filhas de Atena, isso é quando não estava sendo cantado ( ) elas me contaram histórias mitológicas sobre os deuses e as aventuras dos heróis e me interessei por ele, Apolo. Caminhei calmamente pelo templo e fui observando atentamente cada uma das estátuas, até que cheguei na de um homem belo e eu sabia que era Apolo, ajoelhei-me perante a sua estátua e começei:

- Olá Apolo, Deus da Música, Poesia, Pragas, Luz, Sol, da medicina, da beleza masculina e etc. acho que és meu pai, e peço que me reclame, prometo que farei jus ao teu nome. E bem.. vou falar um pouco sobre mim pra você, sou Bruce Wayner, e tenho as mesmas qualidades que você, e minha mãe morreu quando eu ainda tinha doze anos, desde então tenho enfrentado monstros e vencido graças a força do Sol me ajudar, eu suplico que me reclame oh pai.


Após fazer a minha oração fico no local esperando com que algo acontença, que ele dê pelo menos um sinal
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Jill H. Valentine
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MensagemAssunto: Oração a Hermes Seg Jul 16, 2012 12:54 pm

Era uma noite alegre, campistas conversavam, comemoravam suas vitórias, e alguns davam risada das derrotas dos outros, mas um clima típico de paz. Nem todos estavam naquele clima, era o meu caso. Eu estava sentada longe dali, pensando na alegria de todos os campistas reclamados, e eu ainda indefinida, era triste, fora a humilhação que passei pelos campistas de Ares, e aquilo me deixou mais confiante e fui em direção a fogueira, olhando para o fogo intenso e comecei a oração:

"Apollo, que todos os dias traz o Sol aos céus,
Portador da Luz Sagrada,
Mestre das Artes, da Música e da Cura,
Eu chamo a ti para derramar tua energia sobre a Terra.
Apollo que ilumina todos os cantos com seu poder,
Peço que teus raios de sol desçam sobre mim
Trazendo todas as tuas bençãos.
Senhor criador do Caduceu, mestre da arte da cura,
Deus dos Médicos, que a tua luz brilhe sobre mim
Destruindo a doença, curando a enfermidade,
Restaurando minhas forças.
Senhor da Lira, que é acompanhado pelas nove Musas,
Que a tua luz brilhe, iluminando minha mente,
E traga a sabedoria e inspiração para que eu saiba
Como agir e como pensar.
Apollo, Deus Clarividente, Senhor do Oráculo de Delfos,
Abençoa-me com teu poder de divinização.
Senhor da verdade afasta a mentira com a tua luz
E faça com que a verdade seja brilhante como a tua luz radiante.
Venha iluminar a escuridão com tua Luz Divina, afasta o malefício,
E deixa eu ser um portador de sua Luz, para que eu possa
Levá-la a todos os lugares por onde passar.."

Me afasto dali confiante, e esperando algum sinal.
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Let
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Seg Jul 16, 2012 4:13 pm

Me aproximo do templo caminhando calmamente. Trazia nas mãos uma pequena plantinha, e repassava mentalmente a ultima semana no Acampamento... Desde que eu cheguei ao lugar com ou outros estava no Chalé 11. Não me sentia seguro lá, sentia-me deslocado, fora de lugar. Andava meio bipolar, uma hora calmo e outra espumando de raiva, sem saber exatamente do que. E nessas horas eu sempre me acalmava dando um passeio pela orla da floresta, ou ajudando os filhos de Deméter nos campos de morango. E foi aí que eu pensei; e se?

Tropecei no degrau da pequena escadaria de entrada do templo. Sempre fui meio desastrado. Olhei ao redor, e então caminhei até um braseiro próximo, e me ajoelhei à sua frente. Pus a plantinha no chão, cercada pelo montinho de terra, e então bati uma mão na outra para me livrar de um pouco da sujeira. Cocei o rosto — sujando-o com minha lerdeza infinita —, um pouco inseguro, pensando no que falar.

Olá, lady Deméter... Mãe... — Comecei — desculpa aí incomodá-la, mas é que tá osso lá no Chalé 11. e, bem, lá não é meu lugar. Não gosto de roubar, nem de sair pulando por aí como os filhos de Hermes. O que eu gosto mesmo é de plantas — Então sinto uma onda de nova inspiração e confiança, como uma briza de primavera —, de ajudar com os campos de morango, de fazer pequenos brotinhos crescerem com saúde e vida.

Mexi um pouco na pequena plantinha à minha frente, sorrindo.

E todos dizem que devo ser ser filho. Bem, eu adoraria ser... Depois que cheguei aqui passei a saber mais sobre os deuses, a estudá-los, e a senhora sempre foi minha preferida. Então, se pudesse, bem, olhar um pouco para mim seria bem legal... Até mais, mãe.

Então pisco para a plantinha, faço uma reverência para ela e pro braseiro à frente, e então me levanto, giro e volto andando pelo mesmo lugar que entrei, tropeçando novamente no ultimo degrau da escadaria de mármore.

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Lucy Dreyvus
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Ter Jul 17, 2012 11:30 am

Minha querida Demetria, adoro a bondade, e você adora agricultura, do mesmo jeito que eu, a natureza.
Sinto que sou sua filha, por pequenas coisas como estas. Gostaria que você me concedece a honra de ser reclamada como sua filha, minha bela Demetria.
Me conceda essa honra, e te honrarei com todas as minhas forças. Nada nem ninguem acabarará com o minha submisão a você.


Aumente mais as linhas de sua oração, e será reclamada.
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Angus Willians
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Ter Jul 17, 2012 7:12 pm

Oração à Hécate


Caminho em direção ao tempo, finalmente sabia o que deveria fazer, embora ainda estivesse incerto se o deveria ou queria. Era uma ação simples, apenas uma pequena oração, direcionada a deusa da magia, Hécate. A parte complicada é que supostamente ela seria a minha mãe, que quando eu ainda era bem pequeno me abandonou com meu pai. Além disso, o que viria a acontecer depois de tal cerimônia podia virar a minha vida ainda mais ao avesso, pois eu seria "oficialmente um semi-deus" do acampamento e ainda não tinha certeza se era o que eu queria, embora ali fosse o único lugar onde encontrava mais segurança.
Subo as escadas e prosto-me diante do altar. Olho para trás e para os lados, me sentiria incomodado com presenças alheias, mas como estava sozinho, me viro para frente volto a me concentrar. Fecho os olhos e penso no que dizer, fico assim por alguns longos segundos, mas antes que eu começasse a me sentir um idiota, falo:

- Senhora Hécate, eu duvidava que fosse seu filho. Na verdade, eu duvidava de tudo isso, mas os acontecimentos anteriores vieram para me provar o contrário do que eu acreditava. Não faz meu estilo simplesmente ignorar a realidade, ou construir um muro para me isolar dela, mas sim enfrenta-la, então por isso eu estou aqui. Peço e preciso que me reclame como seu filho, pois o sou e somente com esse título poderei desfrutar de habilidades valiosas para combater monstros, que é um dos meus objetivos. Não peço nada mais além desse reconhecimento e te deixarei em paz depois dessa oração. Digo isso e me retiro com a sua graça

Suspiro e vagarosamente me levanto em dois lances. Não me sentia tão aliviado quanto esperava me sentir, mas tinha a sensação de dever cumprido. Esperava que a minha mãe atendesse logo a minha oração, pois se uma nova vida nascia para mim, não queria perder muito tempo esperando para poder enfrenta-la. Vejo novamente se havia alguém no templo, mas como não havia ninguém, vou embora em silêncio.
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Sophie M. Levine
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Sex Jul 20, 2012 5:15 pm

Era uma noite bem fria, todos estavam dentro de seus chalés se agasalhando e, consequentemente, o chalé de Hermes, onde ficavam os indefinidos, estava cada vez mais lotado. Eu estava realmente triste por ter chegado no acampamento e não ter recebido nenhum sinal sequer da minha progenitora. Antes de eu chegar até o acampamento, meu pai havia me dito claramente que minha mãe era Quione, e ela iria me reconhecer como sua filha. Mas eu sempre fui uma menina agitada, nunca consegui ficar parada esperando as coisas acontecerem. Sempre diziam que isso era uma virtude minha. Ou não. Enfim, apesar de não sentir frio, resolvi colocar apenas um agasalho por cima do que eu estava usando, e fui para a fogueira tentar falar com a minha mãe. Não tinha a menor ideia de como eu me comunicaria com ela, então fiz uma breve oração em pensamento: Ahn...Alguém me ouve? Er...Deusa Quione, por favor, me reconheça como sua filha. Eu esperei longos 16 anos pra chegar até aqui e saber toda a verdade sobre mim. Minha chegada ao acampamento não foi fácil. Perdi várias coisas e várias pessoas na minha vida, mas também aprendi muito. Por favor, me reconheça como sua filha, e eu honrarei seu nome desde já. Obrigada." Após ter feito minha oração, fico olhando as chamas da fogueira por alguns minutos, e depois volto para meu chalé, na esperança de que minha mãe tenha ouvido minhas preces.
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Rebecca Petrova Vedaya
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Sab Jul 21, 2012 2:40 pm

Adentro ao templo e comecei a orar:

<rx>Lord Phobos, eu não sei o que dizer muito aqui. Eu sei que não me abandonaste, e nem a minha irmã. Eu e ela sofremos muito, mas sem sentirmos nenhum temor, o que tentava nos matar, nos deixava muito mais forte. Phobos, se é que posso lhe chamar de pai, eu me pergunto por que nos deixara sozinhas, no mundo. Sei que deve ter algum significado para isso, seja lá o que for, eu apenas quero que me ouça, que sinto que sou sua filha, o medo se torna nossos aliados quando se quer, e eu quero usar isso ao meu favor. Desde pequena eu nunca senti medo, eu e minha irmã lutávamos bravamente, mas não é importante isso. Me reclame lord, me permita fazer esses impuros e mortais sentirem o maior medo deles assombrá-los pela eternidade, me permita espalhar o medo com seu nome, e matar a todos aqueles que forem contra vosso nome.</rx>

Reclamada filha de Phobos
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John Village Zimer
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Sab Jul 21, 2012 3:25 pm

Um dia qualquer
O dia não estava alegre. Cinzento e até mesmo estranho, pelo frio que estava emitindo. Talvez Herácles não se importasse com os campistas que tinha no acampamento, por isso que eu prefiria na época que Dionísio comandava, pelo menos tinha compaixão aos seus filhos. Isso, sempre gostei de Dionísio pelo fato de gostar de seus filhos. Não era egoísmo, mas sim um jeito bom de tratar a família. Me levantei, ainda tendo pena de todos os indefinidos que continuariam ali. Hoje seria o dia em que eu saíria daquele chalé e voltaria reclamado, ou até mesmo não voltaria, seguiria para o meu novo chalé. Eu sei que sou um idiota e na maioria das vezes, desajeitado. Isso não tem nada de parecido com deuses, seres graciosos e perfeitos - ou quase. É por isso que pela maioria do tempo em que passei no chalé de Hermes, fiquei sozinho, sem falar com ninguém, recusando-me a olhar para mim mesmo. Estava ótimo o calor da fogueira, abençoando a todos, aconchegando a todos como um belo cobertor. O fogo crepitava alegremente, em um tom dourado - que mudava de cor ao humor dos seus telespectadores. Sorriam os filhos de Apolo e cantavam melodias suaves. Sorri ao ouvir a letra, não tão engraçada, e sem muito nexo. Juntei-me à um tronco perto da mesma e então, cantarolei uma música - Down To Earth.

Pai... Onde estiver, você pode me ouvir? — falei com a fogueira, mesmo que me sentisse um idiota. — Será que mesmo com essa relação, ser tudo o que nós temos... Iremos até o topo da montanha? — continuei proferindo, enquanto lágrimas frias desciam dos meus olhos — Vamos tentar... Tudo bem? — joguei metade da minha comida, fazendo uma oferenda ao deus do vinho — Eu tentei... Agora tente, por favor. Me reclame... — olhei para o céu, vendo as constelações que nem existiam - pois estava à tarde, não tinha constelações. — Eu nunca pensei que fosse fácil, mas agora o destino te trouxe. Dionísio, você é meu pai.


Recuei, olhando para uma mulher bela à fogueira. Sabe-se lá o dia que iriam me entender com o jeito tão simplório de agir as circunstâncias que a vida nos traz, e logo leva. Como os mortos, que vem e voltam, como a onda, que bate e volta. Como meu coração, que bate e volta. Como eu, que fui e voltei.
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Senor Hink
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Sab Jul 21, 2012 3:37 pm

Aquele circo de malucos era op unico lugar em que eu podia me esconder e se tivesse que ser no meio de um templo de doidos que eu ia passar o resto da vida, era melhor que ficar no colégio interno com tantos loucos.
Eu não sabia porque, mas parece que toda vez que estava sozinho alguma coisa estranha acontecia. Uma vez juro que vi alguns caes andando e falando, mas foi tão rápido que as irmãs que tomavam conta da escola disseram que era apenas um sonho e me mandaram de volta pra cama.

Mas o ultimo dia tinha sido terrivel. É claro que como as coisas aconteciam quando estava sozinho, a culpa sempre caia em mim. Mas agora a madre superiora estava realmente furiosa.
Depois do almoco de hoje eu havia ficado sozinho só por alguns minutos e algumas criaturinhas de geleia decidiram saltar por toda a cozinha, e quebraram toda a louca. É claro que a culpa caiu em cima de mim.
Se ela me pegasse ia me fazer reza o terco umas 200 vezes além de limpar tudo que não tinha mais jeito e consertar tudo que ainda tinha conserto.
Ia dar tanto trabalho que eu achei melhor fugir e vim parar nesse acampamento. Por sorte ninguém me viu, embora esse povo seja estranho a ponto de levantar monumentos pra mitologia. Ao menos, pensei eu, eles acreditavam em alguma coisa. Então decidi orar pro unico deus grego que eu conhecia.

-Querido Zeus - Disse um pouco desacreditado, porque não estava acostumado a rezar pra deuses gregos e só rezava pra Deus na escola. - Assim, se eu sair daqui a madre superiora vai arrancar meu coro, então abencoa todos os monitores desse acampamento pra eles ficarem meio cegos e esquecidos e ninguém perceber que eu não sou daqui. - - Dizia em voz baixa. Se era pra ninguém saber que eu não era uma das criancas do acampamento então ninguém devia ouvir o que eu dizia a Zeus.
Levantei e tirei um saco de cebolitos do bolso. Ele estava esmagado e tinha so o restinho mas inda servia pra alguma coisa.

-Eu nunca fiz uma oferenda. Mas vai que Zeus gosta de chipes de cebola? ...
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Kendall Wayne
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Jul 22, 2012 10:16 am

♠ Oração á Héracles ♠


Estava entediado como sempre, nada para fazer. Vendo muitos semideuses sendo reclamados e eu solitário, todos me temiam por eu ser, digamos, forte; com excessão do chalé de Héracles e Ares. Então foi aí que eu decido ir ao templo fazer uma breve oração, á meu possível pai:

"Ó lord Héracles, deus da força e dos heróis; filho de Zeus e Alcmena; tão temido por todos; realizador das 12 tarefas. Peço-lhe que me aceite como vosso filho. Minhas palavras são poucas, mas são verdadeiras."

Em seguida saio do templo e vou até a arena, treinar um pouco.
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Allane F. Thompson
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Jul 22, 2012 1:44 pm

Eu andava até o templo para fazer o mesmo que minha irmã, orar ao meu pai:

"Oh Lord Phobos , espero que minhas simples palavras contidas nessa oração seja o suficiente para lhe agradar e reconhecer eu e minha irmã como suas humildes filhas. Desde pequeninas nós passávamos por situações terríveis mas isso nunca nos abateu e sim nos fortaleceu fazendo com que a gente se tornasse cada vez mais fortes e até mesmo temida por alguns. Minha irmã não consegue compreender o porque de você nos deixar passar por tudo isso mas eu pelo contrario tenho certeza que não foi sua escolha nos deixar. Oh grande deus sinto que posso lhe chamar de pai então lhe peço que me reclame, peço que me deixe honrar teu nome nestes mundo, me permita matar aqueles que não merecem a vida e mostrar que nós vossos filhos somos capazes de sermos os melhores mesmo que para isso tivermos que aterrorizar a todos"

Me levanto e saio do templo acompanhada de Rebecca



Reclamada por Phobos
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Cold H. Armstrong
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Jul 22, 2012 6:54 pm

Em uma tarde no horário de mais ou menos 17:30h estava a caminho do Acampamento Colina Imperial ... Chegando na frente do acampamento olhei para trás e avistei um cão infernal ! Olhei para ele e me pergunte da onde ele saíu , mas é claro que perguntas não estavam ajudando em nada peguei minha espada e meu escudo etentei enfrenta-lo . O cão veio com um ataque direto mas coloquei o escudo na frente desviei e corteia parte do ombro ele deu uma desiquilibrada mas arranhou minha perna rasgando metade da calsa que eu usava ! ele correu rapidamente atrás de mim , corri e avistei uma árvore fácil para subir . Ao subir na árvore o cão infernalficou tentando subir mais era alto de mais para ele subir mesmousando suas garras a árvore tinha uma posição reta isso estava dificutando o cão de me alcançar . Cortei um galho e joguei a 9 metros de mim , o cão se destraiu e foi atrás do galho mesmo sengo um cão infernal ainda tinha um instinto de um cão normal ! Pulei da árvore e caminhei até a direção do cão distraido preferio o galho do que me caçar . Olhei para minha mão e vi a espada . Tinha que ter feito aquilo naquela hora , peguei a espaga e cortei a perna direita do cão . O cão latiu bem auto , ele não estava em codições de se movimentar perfeitamente mais tentou correr atrás de mim mas muito lento ... Sem pena arrudiei para o lado esquerdo dele e cortei o braço esquerdo dele o cão estava spfrendo na minha frente mais não tive pena porque minha mãe morreu por cães policiais que confundiram ela com uma assaltante de uma loja . Deixei o cão lá quase morto mais também fui ferido gravimente a ferida que ficou na minha perna dava para dar uns 9 pontos . Fui mancando para o acampamento que era meu unico lar engtrei meu amigo me viu ferido e perguntou se eu queria que ele me carregaçe até o infermaria do acampamento , eu disse não efui para o templo . Ao chegar no templo me agaichei e disse Hades .... Haha é né estou todo ferido por um cão infernal que por sinal é seu ... É né obrigado pelo desafio me feri , me cansei , mais lutei como um semi-deus derrotando por 70% o cão deixei ele morrendo por completo lá mais não tenho tanta raiva assim dos cães tenho uma conecção com eles especial por isso quero ser seu filhopara honrar seu nome e lutar por você até me da por vencido . É Lord Hades é essa a oração para você hoje . Me levante peguei meu sangue e disse para Hades : ainda vai ter mais sangue do queisso na minha vida .


Última edição por Cold H. Armstrong em Dom Jul 22, 2012 7:01 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Ser Reclamado por Hades)
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Seth Hudson
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Jul 22, 2012 7:57 pm


As férias estavam chegando e eu mal via a hora de sair daquele hospício. Era o penúltimo dia de aula, a última classe do dia, e enquanto eu estava sentado na mesa conversando com meus colegas, vi a professora entrar com seu material. Por respeito, todos sentamos, mesmo que contrariados, para ouvir a notícia mais esperada naquele momento. Não seu ouvia um ruído na sala, a professora andou pacificamente até o centro para receber a atenção de todos. Estava realmente funcionando, todos tinham seus olhos fixados no caderno que ela carregava, ansiosos para saberem o resultado de seus esforços. Eu não havia feito nada, apenas cruzei os braços e me encostei na cadeira, abaixando um pouco a cabeça. Olhei a professora por entre a franja quando ouvi meu nome ser pronunciado, com a minuscula esperança de não ficar na escola durante as férias crescendo em mim.

- Seth, reprovado.

Suspirei, abaixando a cabeça e a encostando na mesa. Meu amigo sentado ao lado apenas me deu algumas palmadas nas costas. "Se deu mal, Ace...", sussurrou. Inclinei levemente a cabeça apenas para lhe direcionar um olhar mortal, que o fez voltar à sua posição no mesmo instante. Perfeito, teria de ficar ainda mais tempo na escola para recuperar as notas. Na sala de detenção, talvez? Já tinha ido muitas vezes lá. Fechei meus olhos esperando o sono vir, dormindo mais uma vez durante a aula. Teria de esperar mais um pouco até o intervalo, onde todos ficariam a minha volta e fariam minhas vontades. Talvez por medo, ou por acharem que têm alguma chance de falar comigo, eu não me importava realmente. Não é como se eu aproveitasse dessas pessoas, eu apenas sei utilizar o que me dão de bom na vida.

××××××××××

Na escola, sala de detenção como eu havia previsto, junto à mais alguns outros reprovados, e totalmente entediado. Era assim que eu me encontrava. Eu tinha meus olhos fixados na atividade em minha mesa, sem saber o que fazer. Não sabia uma questão sequer, e isto estava me deixando realmente nervoso. Segurei a caneta firmemente, iria chutar a primeira questão, já que iria ser pior se tentasse responde-la seriamente, quando ouço um estrondo vindo do fundo da sala. Todos se viraram imediatamente para o local, eu fazendo o mesmo, para nos encontrarmos em uma situação bastante... esquisita. Um animal metade humano e metade bode tirando a poeira de seu corpo enquanto pegava um par de sapatos e jeans do chão, praguejando contra um cavalo alado que acabara caindo no chão. Cocei os olhos para me certificar de que não estava sonhando, ou que não era alguma alucinação por ter pensado demais em um exercício. Lembrava de uma aula de história sobre esses seres... Eram relacionados à mitologia, pégasos e sátiros, mas não fazia muito sentido ver tais personagens na minha frente.

- Psh, pégasos hoje em dia... tão incompetentes! - Ele continuava a reclamar para o nada, deixando todos muito mais confusos - Muito bem, vamos direto ao assunto. É aqui que está... Seth Hudson? - ele disse enquanto olhava em uma lista amassada. Gelei ao ouvir meu nome, mas da mesma forma levantei a mão, confiante.

Ele caminhou em minha direção, com uma expressão não muito amigável. Todos tinham seus olhos centrados em mim, tão curiosos quanto eu para o que viria a acontecer naquele instante. O sátiro travou na minha frente, a alguns passos à minha frente.

- Seus olhos... não são normais... - Não tive tempo para processar sua frase, e fui empurrado na direção do pégaso. Tentei protestar, mas só o que recebi foi outro empurrão - Sobe aí, garoto. Te explico tudo no caminho.

Estava totalmente confuso, sem saber ao certo o que fazer, por isso acatei suas ordens. Me segurei na crina do cavalo quando este alçou voo. Tinha muitas perguntas em minha cabeça que eu gostaria que fossem respondidas. O que seres mitológicos estariam fazendo em minha escola? Por que a invadiram a minha procura? O que querem de mim...? Também não entendia a frase do tal sátiro sobre meus olhos, e a causa deste não querer me tocar após isto. Seja lá para onde estavam me levando, eu exigiria minhas respostas.

××××××××××

Apenas algumas horas dentro daquele lugar e eu já estava enlouquecendo. No fundo eu sabia que gostava de estar em um lugar onde todos eram "iguais"a mim, onde me aceitavam. Era com certeza um sentimento totalmente diferente, mas ainda assim, bom. Estava encostado na parede do chalé de Hermes, pensando em algo para me animar. Ainda era cedo, a maioria dos campistas treinavam, e eu continuava sem nada para fazer. Era tarde para o almoço, e muito cedo para a janta, e eu não queria exatamente sair para "fazer amizades", preferia continuar sozinho. Foi quando me lembrei de algo que o centauro falou dentro daquela casa, que me despertou o interesse. Eu deveria ir ao templo para ser reclamado por meu parente divino, era estranho, realmente, mas minha única opção. Enquanto caminhava, pensava no nome de meu pai, deus do medo, e o quanto ele seria poderoso durante uma guerra... Sendo filho de Phobos, o que eu poderia fazer em uma guerra...? Senti algo como adrenalina antes de abrir os portões do templo, ainda com o mesmo assunto na cabeça, queria provar a todos que o medo era bem mais poderoso do que imaginavam. Enquanto andava até o meio da sala, refletia sobre as pessoas que sempre diziam não temer nada, e como naquele momento eu gostaria de prova-las o quanto estavam erradas sobre elas mesmas.

Me deparei no centro do salão, não tão grande mas confortável, e a grande dúvida surgiu: O que deveria falar? Não queria soar desinteressado, muito menos amedrontado, afinal eu era o filho do próprio temor! Suspirei antes de finalmente começar a falar, pegando ar para a "conversa" que estabeleceria naquele momento.

- Phobos, deus dos medos, escute minha prece. Já me conhece, provavelmente, sou seu filho Seth, mais um semideus qualquer dentro deste acampamento. Ouça-me quando digo que irei te orgulhar a qualquer custo, e que irão temer ainda mais seu nome quando te honrar. Treinarei para cumprir minha promessa, prometendo-lhe mais uma vez que não irei decepcioná-lo. Intimidarei em teu nome se é o que você coçiça, trairei em seu nome se é o que você anseia, e matarei em seu nome se é o que você deseja. - olhei alguns segundos para o chão, ante de fazer uma pequena reverência - Reclame-me, e deixe-me orgulha-lo.

Saí do templo com uma segunda reverência, passando novamente no chalé de Hermes afim de pegar algumas armas para treino, afinal, o medo não espera ninguém. Nunca é cedo ou tarde demais para começar os treinos, estes que me tornariam fortes o suficiente para deixar Phobos orgulhoso de mim, tanto como pai quanto como um guerreiro.
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Arisson Luciano
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MensagemAssunto: Oração a Atena Ter Jul 24, 2012 2:20 pm

Cheguei ao acampamento e antes mesmo de levar minhas coisas para o chalé de Hermes, onde ficam os INDETERMINADOS, eu decidi procurar um local legal para falar com aquela que o meu pai, também semideus, me dizia ser minha mãe, a deusa das corujas, da inteligência, da sabedoria, da oliveira, criadora da biga de guerra e dos raios de Zeus: Atena.
Lembrei naquele instante de meu pai que quando necessitava de ajuda contra monstros (Cobras gigantes, touros de ferro, galinhas de bico de bronze, minhocas com espigões giratórios, enfim) chamava a ajuda de sua mãe, Deméter, ou da minha. Na maioria das vezes elas ajudavam, fazendo crescer ervas com cheiro anti-touro de 78 toneladas ou mandando corujas assassinas com olhos cinzentos, mas agora ele estava morto em algum lugar do monte olimpo na Grécia.
Decidi deixar o passado para trás e ir cuidar do meu presente, procurei uma estatua consagrada a deusa, vi uma cópia da estátua de Niké, uma com um deus de corpo escultural, afinal ele era uma escultura, com uma aljava e uma lira nas costas, procurei ainda por um tempo até ver uma estátua com uma pequena fogueira aos seus pés para fazer oferendas e várias corujas de marfim ao seu redor, me aproximei devagar e me ajoelhei perto do fogo e comecei a orar em silêncio:
"Mãe, deusa da sabedoria, senhora dos sábios e dos inventores, mãe de Dédalo, de Bartholdi e de outros tantos que mudaram a história do mundo. Ouça a oração de mais um de teus filhos que pede para ser reclamado para ter a divina graça de ser teu filho"...Naquele momento tive caí no chão e tive outro flash back, voltei para o dia da morte do meu pai:
"Estávamos em um avião com destino a Atenas, eu terminava de comer minha sopa de feijão enlatada, quando passávamos perto ao monte Olimpo senti um formigamento tão grande em minhas mãos que quase gritei de surpresa, meus sentidos estavam cada vez mais aguçados e eu estava em sintonia com o mundo a minha volta, quando olhai para o meu pai ele parecia estar sentindo o mesmo, ele estava tão forte que ao simples ato de olhar para um caroço de feijão da minha sopa ele acabou germinando e se tornando uma pequena muda de pé-de-feijão. Ele sorriu e se concentrou para matar a plantinha, lembro-me de pensar que eu tinha um pai fertilizante e que ele poderia acabar com a fome na África se quisesse, quando meus pensamento foram interrompidos por uma pequena agitação no avião e nesse instante uma voz rouca e esganiçada falou no sistema de som do avião:
- Atenção senhores lanchinh... passageiros estamos passando por uma zona de turbulência, pedimos que afivelem os seus cintos e aos Srs. Ulisses Breedergrass e Árisson Luciano Breedergrass que venham ao encontro da cabine dos comissários no fim do avião.
Eu lembro que nem sabia que existia uma cabine no fim do avião, meu pai parecia estar um pouco preocupado mas me disse que era melhor irmos logo e que talvez fosse algum problema com as malas. Passamos por vário corredores com pessoas dormindo e outras com jogos portáteis. Meu pai abriu a cortina e entramos na parte mais sul do avião, ao chegarmos vimos duas pessoas: uma comissária de bordo de olhos e cabelos negros como ferro estígio e com pernas peludas... não, penudas, por baixo de uma saia azul e um homem se óculos de sol ray ban espelhado, cabelos longos e quase azuis de tão pretos. Nesse instante meu pai me jogou embaixo de uma mesinha, fiquei lá escondido enquanto via as duas figuras se transformando em criaturas do caos.
a mulher perdeu a expressão feminina e ganhou uma expressão ornítica, sua lusa viro um peito plumado com penas que formavam uma asa ao entrar em contato com o antebraço, descobri a comissária como uma Hárpia. O comissário perdeu a forma humana se tornou uma massa escura de nuvens, um Espírito da tempestade , o Ray ban explodiu em um trovão lançados caco de lentes escuras para todo lado. Meu pai puxou sua primeira arma: A fivela de seu cinto. Que se transformou em um disco com ornamentos do zodíaco, ele lançou o dico que acertou a harpia no pescoço, decapitando-a.
O anemoi se lançou contra meu pai gritando:
-Nãããããããão! Sabe quanto tempo rondei o mundo inferior para encontrar uma boa hárpia, seu semideus com bafo de grama.
O tal semideus com bafo de grama girou e escapou do ataque do monstro, puxou sua segunda arma mortal: uma foice verde dada por Deméter, e tentou ceifar o inimigo, mas o ser foi mais rápido e urrou como um trovão lançando para o outro lado do corredor.
-AH!- Eu e meu pai gritamos juntos, ele de dor e eu de medo. Corri para perto dele e enquanto tentava se levantar lançou a foice no monstro das nebulosas, que foi atingido e foi parar no corredor lotado de passageiros.-Ahhhhhhhhhh!- Os passageiros gritavam de horror. Aproveitando se do intervalo da luta meu pai me deu uma moeda grega com a efígie da coruja de Atena e disse:
-Quando de voar você precisar, esfregue a moeda e ela brilhará.- se despediu de mim com um abraço forte e triste e me colocou no fundo do avião e correu para o monstro que segundos depois estourou em uma chuva de trovões e relâmpagos que destruiu o avião. Em meio a pedaços da aeronave que ia se despedaçando em pleno ar, eu lembrei-me das palavras do meu pai:
-Quando de voar você precisar, esfregue a moeda e ela brilhará.- Esfreguei o pequeno pedaço de metal que não brilhou, para meu desespero, passaram-se infinitos segundos até que a moeda se tornasse uma coruja gigante que me levou através do oceano para o acampamento...".
Acordei do meu segundo blecaute suado e cansado, pensando em minha mãe e como ela me ajudou naquele dia e no heroico fim do meu pai, que deve estar no elísio então fui a estatua de Hades e ofereci frutas e flores em sua fogueira e depois fui na fogueira de Atena e lancei tulipas, oliveiras e pão fresco no fogo enquanto rezava pela última vez:
-Atena, minha mãe, honra-me como teu filho.

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A foice de meu pai
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Jayden Y. Mustang
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Qua Jul 25, 2012 8:23 pm

O Começo ...



Jayden nasceu em Buenos Aires e com 6 anos se mudou para Denver que se localizava na America do Norte , demorou muito para ele se adaptar a região o clima , idioma , religião e até os habitantes que sempre excluía-o de qualquer tipo de atividade . No colégio Yuki não tinha muitos amigos e na maioria das vezes ele faltava as aulas para ficar em um parque no qual toda a tarde sentava-se em um banco em frente a uma fogueira acesa por mendigos do local , em uma tarde como essa o garoto esticou seus braços tentando se aquecer ao fogo ... passou lentos cinco minutos com suas mãos estendidas sentindo o calor da " lareira " improvisada .
Como era de costume ele conversava com os mendigos do local que eram os únicos que intendiam o garoto , enquanto o garoto se aquecia um mendigo se aproximou sentando-se do lado do garoto que não percebeu nenhum movimento , quando o senhor o chamou foi como um choque em todo seu corpo fazendo-o tomar um susto no qual apagou o fogo do latão em sua frente .

- Qué es esto? perguntou o garoto !

- Garoto , vejo que você tem alguns dons que podem ser usados para o bem , vá , vá o mais rápido que possa orar ao seu pai , atrás da colina há um acampamento entre ...

Com uma brisa o velho havia desaparecido deixando aquelas palavras em uma brisa que ia até o garoto que sem pestanejar atendeu o pedido do velho senhor e começou a sua jornada até o campamento .

Chegando lá



Chegando lá o garoto se surpreendi com a quantidade de pessoas treinando , lutando , ( namorando kk ). Logo que ele chega ele é direcionado por um senhor até um templo onde havia vários outros semi-deuses ( pelo menos era como era chamado os que habitavam o acampamento ) . ainda em pé o seu acompanhante mandava o garoto ajoelhar-se em uma das almofadas do local , rápido o garoto senta e ouve as informações do sábio .

- Jayden , eu sou instrutor do acampamento , oriento jovens como você , novatos , a encontrar a sua verdadeira identidade e é isso que eu estou fazendo , você é filho de Hécate um dos nossos deuses , converse um pouco com ele , ele sim , poderá te explicar melhor .

- Bueno viejo sabio, estoy agradecido por su hospitalidad, a partir de ahora me está !

Ajoelhado Jayden se posicionava e agradecia ao Deus por ouvi-lo dizendo ...

- Gracias Señor Hécate, lo siento molesta lo que necesita saber mi verdadera identidad y espero que usted me puede ayudar

- Jayden meu filho , eu entendo a sua paciência eu sempre o admirei por sua educação e gentileza , junte-se aos seus irmãos no acampamento eles irão te ajudar , Boa Sorte meu filho ...

- Gracias, mis hermanos y yo intentaré tratar de ayudar a todos los necesitados ... siempre


Saindo do Templo Yuki ia em direção ao Chalé do filhos de Hécate encontrar-se com seus irmãos torcendo para eles aceitarem o novo irmão ( afinal era mais uma boca pra comer kk )
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Reclamado..
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Jonathan B. Diamond
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Qui Jul 26, 2012 10:09 pm

Jonathan Belmont, 15 anos.

— Jonathan, levante-se. Você deve ir para a escola, se faltar outro dia terá que repetir o ano. – dizia o pai do semideus, seu tom de voz revelava alguma preocupação com o garoto, principalmente mediante a tais circunstancias. Geralmente, seus olhos azuis demonstravam extrema serenidade, mas agora... Bem, agora a situação era completamente oposto. Ele estava cansado, e demonstrava estar muito tensa, além de preocupada com a situação escolar de seu filho, que constantemente matava aula, para sair com as garotas do colégio.
— Nossa pai, que forma esplendorosa de acordar seu filho. É segunda feira de manhã, mostre um pouco mais de animação. – respondia o garoto de cabelos negros, agora enterrados contra o travesseiro. Não tinha a menor vontade de levantar as 07:00 de uma manhã de segunda feira, ainda mais para ir à escola. 
— Jonathan, vamos. Você não tem idéia do atraso de vida que é poder um ano escolar. Imagine quando todos estiverem na faculdade e você ainda terminando o colegial. Vergonhoso.
— E quem disse que eu me importo com isso, pai?? – respondia o garoto, agora estava se revirando na cama, mostrando resistência a tudo que seu pai lhe falava.
— Pense nas garotas da faculdade, meu filho, pense nelas. – antes de terminar a sentença, a discussão já estava vencida. Enfim, agora o garoto já estava de pé sob a ducha.

Enquanto o garoto tomava uma ducha para ir para o colégio. Seu pai estava na cozinha, preparando seu almoço. Ele transparecia um pouco de felicidade, finalmente estava conseguindo se dar um pouco melhor com seu filho, que sempre agia de forma insolente, e suas ações eram um tanto quanto... Inconsequentes. Diversas vezes teve que pega-lo em delegacias, ou hospitais por toda a cidade. Mas mesmo assim, era muito ligada ao garoto. 
O jovem entra no cômodo e imediatamente se dirige a mesa, afinal, o café já estava servido. Ovos, bacon e suco de laranja. Clássico, chegava a parecer o inicio de um filme hollywoodiano, e quem sabe não se tornaria?? Bem, enquanto o garoto se alimentava, seu pai o fitava. Era quase como se dissesse " se comporte garoto, sua vida está por um fio. E não quero ser designada a corta-lo. ". Jonathan engole em seco, e se levanta. Indo para seu quarto, pare mediante suas coisas e as encara por mais uns trinta segundos. Sentia como se fosse ficar sem vê-las durante um bom tempo, mas por sempre sentir isso, resolveu ignorar aquela sensação. Em cima de sua mesa de cabeceira estavam algumas medalhas de esgrima, e fotos de viagem. Aquelas atividades eram seus hobbies. Na verdade, eram as únicas  coisas que o interessavam, portanto queria oficializa-las o mais rápido possível, de preferencia, trabalhando com uma delas. 
Sem mais delongas, ele pega sua mochila e a coloca nas costas. Possuía alguns chaveiros de touros, bem, touros o encantavam. Ele adorava os animais. Para o jovem eram simplesmente fantásticos. Preferia os de pelugem escura, da mesma coloração de seu cabelo. Mas isso era apenas um detalhe.
— Vamos logo Jonathan, você não quer se atrasar. – dizia sua mãe realçando a demora.
— Não tenha tanta certeza disso... – respondeu o garoto, saindo pela porta.
— Volte à seis, se for se atrasar, me ligue. Você ainda não é maior de idade.
— Eu sei, Fabi. Eu sei.
Rapidamente descia as escadas. Sim, ele estava atrasado. Alguns andares abaixo, estava Jake, esperando-o. A primeira vista Jake era apenas mais um adolescente comum, todavia ele possuía um problema raro, de modo que precisava do auxilio de muletas. E bem, aquele garoto era completamente viciado em vídeo games e café. Devido ao uso excessivo por passar noites em claro jogando. Bom, ele não era dos mais animadas, e constantemente parecia meio drogado, mas era o melhor amigo de Jonathan. Que por algum motivo não era muito popular, talvez por não ser um cara grande que faz todos os espertos, talvez por sempre ficar com as garotas que possuíam namorados. Não se sabe ao certo, considerando que o mundo adolescente é um mistério.
— Bela camiseta, zumbi. Passou a noite jogando vídeo game e esqueceu de trocar?? – Jonathan abordava Jake, que no momento estava se virando para poder conversar com o garoto. Estava de costas, havia sido pego de surpresa.
— Ei John, quer café?? Disse o cara da camiseta preta, comprou sozinho ou foram precisos mais vinte caras para escolher??
— Eu apenas gosto de cores neutras. Acho melhor irmos, não quero me atrasar.
Ao terminar de falar Jonathan já estava próximo a esquina. E para Jake, era um tanto quanto difícil acompanhar o ritmo do garoto. Afinal, as muletas não eram feitas para corridas. Após alguns sinais fechados, Jake finalmente alcançou o garoto, e ainda teve que ouvir um " eu disse que estava com pressa " enquanto John roubava um dos copos de café que Jake carregava. Café com leite, nossa como era bom, aquele sabor, o cheiro... Algo a ser deleitado.
Quando entrou na escola, ele foi direto para sua aula. Naquele dia seus horários eram diferentes dos de Jake. Mas, eles iriam se encontrar no final da aula para que pudessem ir juntos para a casa sua casa. O problema, é que... O último horário do garoto era história, e bem, seu professor simplesmente o odiava. Nem havia um motivo muito claro para isso, o professor já o odiava antes mesmo das brincadeiras do aluno, que implicava com a voz fanha de seu professor. Que fazia questão de deixar a matéria ainda mais entediante do que já era. Como se fizesse de tudo para que seus alunos dormissem, no intuito de poder suspende-los.
Ao final da aula, Jonathan estava na frente da escola. Jake estava atrasado, ele não costumava se atrasar. Algo preocupou o garoto que ali esperava. Talvez algo tivesse acontecido com seu amigo. Talvez ele tivesse sofrido algum tipo de acidente. No entanto, caso aquilo ocorresse, a escola deveria informa-los, não é mesmo?? Cansado de esperar, John resolve que iria sozinho para sua casa. E bem, cancelaria a noite de videogames, afinal, não havia como jogar com Jake desaparecido. 
Ao chegar em sua casa, percebeu que as coisas estavam reviradas, e lá estava jake. Ele não tinha muito tempo para e uma mala estava em frente a porta. Ao olhar bem para a casa, Jonathan concluiu que o garoto estava conversando há um bom tempo com sua mãe, e tudo que ele conseguiu dizer foi:
— Mais que diabos está acontecendo aqui?? Minhas coisas estão reviradas.
Ao terminar a sentença, um baque é ouvido, e vários tijolos voam contra o garoto. A sua frente estava uma quimera, enorme e fortíssima. E bem, Jake agora estava sem as muletas com duas pernas de bode, um tanto quanto estranhas. Com uma flauta de bambu, Jake começava a tocar uma melodia que fazia com que as plantas de Fabiano, crescessem e se espalhassem nas paredes, como uma rede. A quimera salta, logo a mãe de John joga uma cadeira contra ela, fazendo com que a cadeira quebre e a quimera role. Caída, ela tenta se levanta, e gira, usando sua calda para golpear o sátiro. Sim, Jake era um sátiro. Ele havia lido sobre eles há algum tempo, na aula de historia mesmo, estava estudando sobre as grandes civilizações e se interessou pela fica, não sabia ao certo porque. Nesse momento, as gramineas voam contra a quimera, prendendo a criatura. 
— John vamos.
Dizia sua mãe o arrastando para o carro. Precisavam sair daquele local rapidamente, ou começariam a ter alguns problemas com mais criaturas vindo atras dele, e isso não era nada agradável.ao entrarem no carro, Marian começou a falar. Explicava sobre deuses e semideuses, e a possibilidade de Jonathan ser um, possibilidade nada, ele era. Porém, eles começam a ouvir barulhos, Jake dirigia. Ao olhar pelo retrovisor o sátiro via três leões de nemeia. Mostrando os dentes, eles avançavam contra o carro, dando varias trombadas. Enquanto isso, Fabiano explicava para David, e Jake dirigia. Estavam chegando em uma colina. Então, os três leoe lutam contra o carro. Com o impacto ele sai da pista e começa a capotar.
John se levanta, sua visão estava turva. Onde ele estava?? Não reconhecia aquele local. Aparentemente, em um acampamento. Será que era o que sua mãe havia mencionada, mas... Onde ela e Jake estavam?? Perguntas sem respostas. Estava na enfermaria.
— O-onde esta meu pai?? E o sátiro?? – dizia o garoto ainda tonto
— Pai?? Sátiro?? Você apareceu aqui sozinho.
Um garoto entra na sala. 
— Enfermeira, esse garoto está sendo chamado na casa grande.
—tudo bem, pode leva-lo.
Então o semideus se aproxima e faz com que Jonathan se levante. E serve de escoro, para que o garoto se acostume, havia passado três dias desacordado. Ao chegar na casa grande, ele já andava sozinho. Na casa grande, um homem o fitava, e logo diz que ele tem que ir para um templo, orar para seu progenitor.
— para onde fica o templo??
— siga para o Sul.
— obrigado... Ér... Bombado?!
— sim, sou heracles, e... Não há de quê.
Então o semideus caminha para o Sul, onde teria que orar para sua progenitora. Então ele se aproxima da estatua de Hecate e diz:

" olá minha deusa. Sei que sou seu filho, e, portanto questiono-te. Por que não reclamastes logo?? Eu conheço-te, admiro-te. E mesmo quando todos ridicularizavam-me eu orava por ti, assim como por Aradia. Eu sei que sou seu filho, e tu sabes que és minha mãe. Por quem mais poderia ser reclamado, a não ser pela deusa da magia?? Não sei mais o que pensar, só rogo-te para que reconheça-me como filho, assim como me és direito, além do mais... Por que não me envias um cachorro fantasma?? Assim como nos mitos. Gostaria de mim, seria um tanto quanto... Interessante. "
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Victoria Brown
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Jul 29, 2012 10:20 pm

Cheguei a muito no acampamento. Bom, apenas alguns meses, mas parece-se mais com uma tortura sem fim, vendo todos os dias semideuses sendo reclamados pelos seus pais. Perguntava-me se eu era mesmo uma semideusa, não há sinal algum de meu progenitor em todo este tempo em que passo neste lugar. No começo achei tudo muito estranho, agora até que acostumei-me com a rotina daqui. Não lembro muito de meu passado, passei meus últimos anos fugindo e andando pelas ruas, sem rumo e sem ninguém, defendendo-me da maneira que pude. Tenho poucas lembranças de minha família, menos de minha mãe.
Dizem as pessoas do acampamento que minha mãe é uma deusa. Disseram-me para ficar atenta ás minhas características e em minha personalidade. Confesso que andei pensando muito nisso ultimamente. Vejamos qual a coisa a qual mais me dedicava quando tinha uma vida razoavelmente normal. Livros, livros e mais livros. Meu pai sempre me aconselhou dizendo que a leitura é mais que conhecimento, é uma forma de encontrar a felicidade. Tomei isto como um lema para minha vida... Até meu mundo virar de cabeça para baixo.
E aqui estou, com alguns de meus sonhos arruinados, apenas tentando sobreviver. Por isso, na frente dessa fogueira estou, para apenas fazer uma oração dedicada á deusa no qual tenho uma grande devoção, Atena. "Segui os conselhos dos campistas e foi você a conclusão que cheguei, - espero que não seja um equívoco - e á senhora que quero pedir a benção. Mãe, lhe admiro mais que a qualquer mortal ou imortal que venha a existir. Tua sabedoria invade nossas mentes a cada página virada, teu exemplo nos dá vontade de tornarmo-nos fortes. Peço humildemente para que caso eu seja uma de suas crianças, possa dar-me um sinal, querida mãe, Atena."
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Seg Jul 30, 2012 2:15 pm



Ao amanhecer os pássaros cantavam, estavam anunciando a volta do dia, e novamente acordava, era muito cedo vestido apenas uma camisola saia do chalé, tinha decidido vira caçadora, afinal homens não prestava, mas antes disso precisava ser reclamada, eu achava que sabia quem era meu pai e meio confusa caminhava até a estátua de Herácles ou Hércules.
- Senhor Herácles, sei que não podemos se comunicar, sei que e meio difícil viver sem o pai afinal você era filho de Zeus e ele quase nunca esteve contigo, eu desejaria honrar seu nome, eu desejaria fica tão forte como tu ficou, herdei alguns dons do senhor e acho que poderia trilhar o mesmo caminho, não importa quanto tempo esperasse terei absoluta certeza que conseguirei fica forte e por isso que o senhor, meu pai precisa me reclamar, quero carregar o seu nome e mostra que mesmo não sendo deusa ou tão forte como outros semi-deuses
mostrarei do que sou capaz
- Uma lagrima escorria pelo meu rosto, respirava fundo e levantava dando uma risada voltava para o chalé de Hermes, eu precisava treinar para consegui honrar minha oração.

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Laila J. Benson
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Qui Ago 02, 2012 12:54 pm



Acabava de chega no acampamento, mesmo não sabendo quem era meu pai, eu sabia que era uma semi-deusa afinal que eu não fosse não teria entrado, eu passeava pelos chalés dos deuses, e via as estatuas de todas, nenhuma parecia muito familiar a não ser a de Hefesto, o deus da forja, eu estava confusa, e poderia achar que Hefesto realmente e meu pai, mas eu não tenho provas, por causa desse motivo eu me ajoelhei diante a estatua dele e comecei a orar:
- Grande senhor das forjas e dos vulcões, Hefesto, meu nome é Laila, possivelmente uma filha sua, fui abandonada por minha mãe em uma floresta cheia de lobos, felizmente eles não fizeram nada comigo só viraram minha outra família, eu fui feliz, mas eu tinha que volta as minhas raízes algum dia e por isso peço que me reclame, que eu for realmente sua filha, que eu não for me ajude pelo menos encontra meu pai, seja lá quem for ele eu irei honrar seu nome e também iria mostra para minha mãe, que aquela criança que foi deixada para morrer será uma grande semi-deusa.
Chorava naquele momento, mas já tinha falado tudo que era para ser falado, dei um sorriso e dali sair.


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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Qui Ago 02, 2012 1:07 pm

Eu me aproximei da fogueira, eu sentia uma mistura de sono e coragem, era sempre assim, então fechei os olhos e sussurrei:
"Hipnos, Deus do sono e pai dos Orneiros. Em um estado de paz nos Elísios, me reclame como sua filha. O sono e a coragem eu despertei do senhor, que sempre esteve ao meu lado, me protegendo e me fazendo superar os meus desafios. ZZZZZZ.... Anh? Continuando. E o senhor, grande em seu nome e força, me reclame como sua filha, e me permita lutar nesse mundo contra aqueles que perturbarem seu sono sagrado, e ameace o senhor."
Em seguida olhei para o fogo crepitando e disse:
"Sei que eu posso, e sei que o senhor me ama como ama seus filhos, e eu peço que me reclame como sua filha."
Fico ali esperando algum sinal.

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Stephan Draco Pluff
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Ago 05, 2012 1:57 pm

Chego ao templo e começo a orar:

"O grande deus Apolo...me considere como seu filho pois sinto que digno de trazer junto de mim um titulo como esse. Desde pequeno sinto que a lus do sol que batia em minha pele me fortalecia, parecia que me deixava mas feliz e isso fazia com que eu me sentisse superior aos outros. Sei que ainda não me conhece mas estou disposto a té provar que o senhor irá ter orgulho de mim, se eu for aceito irei levar pelo mundo inteiro o vosso nome e provar a todos que tu és grande.Amém."

Termino minha oração e saio do local
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Daphne Bonacieux Snowfall
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Dom Ago 05, 2012 7:40 pm

Era uma noite agradável, estava sentada no chalé de Hermes, onde tinha vários campistas indefinidos, e alguns reclamados pelo próprio deus. Mas não sentia que meu lugar era ali, então fui até a fogueira e comecei a orar:

"Lady Nêmesis, poderosa como seu nome, por onde passa a justiça prevalece, e a vingança se torna uma arte, me reclame como sua filha, deixa eu prolongar essa arte e essa força pelo mundo, eu olhava seu chalé de longe, e me sentia em casa, eu sempre sentia sua presença, eu peço que me ouça e entenda a prece de uma garota que sofreu sem saber quem era a minha mãe. Nêmesis, sinto que sou sua filha pois sou muito vingativa, e eu prometo acima de tudo proteger a justiça e me vingar daqueles que ameaçarem a vossa paz, me escute e me aceite Nêmesis, e eu prometo lutar e proteger seu nome."

Enxuguei uma lágrima e joguei na fogueira, pedindo para que Nêmesis possa me aceitar como sua filha.

Aceita...me orgulhe
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Aaron Lamastièr
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Ter Ago 07, 2012 12:55 am


Ouve-me, Atena!

Dia claro... eu havia me levantado cedo no chalé 11, tudo o que queria era terminar de ler um bom e velho livro depois de fazer o meu treino matinal... Era uma luta. Todos os dias os pirralhos ladinos me roubavam algo. O que eu "perdia" era desde livros a óculos, passando por escovas de dente e meias. Quase que me roubaram a minha adaga... Estava difícil conviver alí.

Impelido por não sei o que (embora possa ter sido a ação divina de minha mãe, provavelmente) decidi entrar no templo... Em minhas mãos, uma cópia de "O Sinistro Caso da Lua Vermelha" se colocava quieta... Ajoelhei em frente à estátua de Atena, eu sabia dentro em mim que ele era a minha mãe...

- Ó deusa da Sabedoria, que a tua proteção me envolva, e que com tua lança eu possa derrotar meus inimigos. Que a tua sapiência me anuncie e que tua força me envolva. Edifica-me, ó mãe. Me guia como teu filho...

Esperei atentamente, um sinal... alguma manifestação ou presença. Algo deveria acontecer se eu realmente fosse digno de Atena.
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Molly Zane Grigori Givens
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado! Qua Ago 08, 2012 3:17 pm

Era um dia importante para nós semideuses indefinidos, pois era quando nós seríamos reclamados. Alguns festejavam com seus novos irmãos, e eu estava ali, cantando sozinha como sempre fiquei. Me aproximei da fogueira, o calor dela me deixou em um estado de paz, fechei meus olhos e dizia cheia de coragem:

"Nêmesis, deusa da justiça e vingança. Desde pequena me comparavam a vossa divindade por eu ser bem vingativa, e sou até hoje. Busco vingança e justiça pelos que são oprimidos pelos mais fortes, ou oprimidos pelo medo. Quero poder lutar bravamente em seu nome, me vingar e fazer a justiça prevalecer pelo mundo! Defender sua honra e sua paz, por isso me reclame Nêmesis, me faça sentir a felicidade de ser sua filha."

Aceita querida, me orgulhe
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Cedric Cortez
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MensagemAssunto: Teste de Reclamação Sex Ago 10, 2012 1:25 pm

Dia bonito, aparentemente bonito. Dentro de minha cabeça as coisas ainda não surtiam com efeito total. Ainda tinha minhas dúvidas, e perguntas sem respostas. Eu ia caminhando lentamente até o templo. Arrumava de 5 em 5 segundos a minha camisa branca, e de 10 em 10 segundos verificava minha calça jeans, e notava se os tênis pretos não estavam sujos. Minhas pernas estavam um pouco bambas, mas ainda tentava manter um pouco de compostura. Me posicionei na entrada do templo. Cada passo que eu daria dentro daquele templo eu sei que mudaria minha vida.
Dei o Primeiro passo dentro do templo: Me fez lembrar meu pai, a quem sempre cuidou de mim com muito zelo. Aquele sábio professor de história sabia como me fazer feliz durante a minha vida difícil. Sabia a minha comida favorita, sabia as minhas roupas favoritas, minhas músicas favoritas, sabia tudo sobre mim. Um grande homem no qual eu pude me espelhar com orgulho.
O segundo e pesado passo: Me fez lembrar do meu primeiro dia de aula. Da minha primeira professora. Dos meus primeiros colegas de classe... Lembrei da minha primeira nota 10,0 e dos meus sucessos na vida, na escola, da minha inteligência, de todas as minhas conquistas e metas realizadas.
O terceiro e doloroso passo: Me fez lembrar das humilhações da infância, do bullying no qual sofria. De ser zombado, xingado, humilhado, apanhado de todos os que me chamavam de "Nerdezinho". De cada rosto que riu de mim, de cada boca que me blasfemou, de cada pensamento que duvidou de meu sucesso, de tantas lágrimas que derramei em nome da humilhação, de todas as esperanças que me tiraram.
O quarto e tímido passo: Me fez lembrar da pré-adolescência, da puberdade, da primeira vez que fiz a barba, da primeira vez que me preocupei com a aparência, com os cortes de cabelo, da primeira vez em que surgiu uma dúvida "Eu sou bonito ou não?", da timidez para falar com garotas, da primeira amada, dos joguinhos de "Verdade ou Desafio", do primeiro beijo aos 12 anos.
O quinto e nostálgico passo: Me fez lembrar da adolescência, da primeira balada, do primeiro convite de universidades, das zoações dos colegas "Populares", da vontade de ser como eles, do primeiro amigo, da primeira e última vez que usei drogas, da primeira vez que fiquei bêbado em uma festa de universidade, me fez lembrar da menina bonita, meiga e gentil, na qual namorava um mané sem igual. Me fez lembrar do sátiro que me apareceu, me contou toda a história sobre minha vida. Daquele velho bode que poderia se sacrificar por mim. Da gratidão que eu sentia pro aquele bezerro desajeitado, mas de coração puro e valioso, mais valioso que muitas pessoas que eu conhecia.
O sexto e decisivo passo: Me fez lembrar de momentos antes de estar naquele lugar. De que cada passo que dei não foi em vão. Da mudança de vida que eu teria, das saudades que sentiria do meu pai, do vazio no coração que sentirei sem ver o rosto dela todas as manhãs na escola, da felicidade que terei daqui em diante por não precisar mais ver a cara daquele mané.
O sétimo e mais difícil passo: Me fez pensar em muitas coisas. Agora não serei mais o fracassado. Farei minha própria reputação, farei minha história. Adeus escola, adeus universidades, adeus cursos, adeus colegas que riam de mim, pois disso até sentirei falta. E olá acampamento, olá armas, olá treinos, olá colegas que vão me acompanhar em minhas batalhas, olá novos amigos, olá mundo mágico, onde tudo pode acontecer. Olá vida de Semideus, na qual eu ainda terei muito a aprender.
Olho ao meu redor, não vejo mais ninguém, estava somente eu e mais eu naquele templo. Voltei minha vista para Atena, ou pelo menos, a estátua daquela bela Deusa. Meu coração acelerava a cada vez que eu olhava para ela. Para tentar quebrar o nervosismo, fechei os olhos. Fechar os olhos me fazia bem, me sentia sozinho, e eu gostava de ficar sozinho. Gostava de ficar com os olhos fechados, e esquecer tudo ao meu redor. Esquecer das pessoas, esquecer das coisas, das preocupações, dos problemas mundiais, de tudo e de todos. Eu agora me concentrava somente em minha mãe. E olha só, que demais, ela é Atena.

"Mãe. Sei que pode me ouvir. Sei que está me olhando agora. Sei que você pode me reconhecer, e sei que sabe quem sou. Sábia Deusa, lhe suplico. De todas as dificuldades de minha vida, ouveram as conquistas. Tanto escolares, como oportunidades que poderiam mudar o rumo de minha vida por completo. Uma das oportunidades que mudou tudo, foi quando aquele pobre sátiro me convidou para vir ao acampamento. E agora todo o resto de minha vida mortal está em suas mãos, minha mãe querida. Cabe a você decidir em me reconhecer como teu filho ou não. Cabe somente a você me conceber suas bênçãos como teu filho, as honras como teu filho, e quão maravilhoso será dormir sobre o teto dedicado a tu, aquele magnífico chalé no qual reservastes para nós. Diante de todas as situações sei que para mim olharás, o teu filho que tanto quer te encher de orgulho. O filho no qual eu espero que olharás e dirás "Este é meu amado filho". Durante minha vida esperei por tu minha mãe, e agora que a encontrei, peço que olhes para mim. Por favor, lhe suplico, me aceite ó sábia Deusa. Saberás o que fazer comigo. Saberás a decisão correta a se tomar."

Abro os olhos. E olho novamente para a estátua. Olho para o belo rosto de Atena, na esperança de que ela poderia me reconhecer como filho dela. A esperança é a última que morre não? Me viro para trás, mais aliviado. Achei que ia gaguejar ou coisa parecida. Começo a andar em direção a entrada do templo, sorrindo, a felicidade agora tomava conta de mim. Cruzo a entrada do templo, indo para fora. Ao sair, olho para o templo, e sorrio ao mesmo, como se estivesse sorrindo para a minha mãe.
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MensagemAssunto: Re: Seja Reclamado!

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