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Missão One-Post para Aleksander - O Rapto do Grande

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Hipnos
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MensagemAssunto: Missão One-Post para Aleksander - O Rapto do Grande Qui Ago 09, 2012 3:09 pm

Poseidon foi raptado, e ninguém sabe por quem, agora cabe ao Aleksander resgatar ele das garras do inimigo.
Extras: Deve lutar com no mínimo 10 monstros e no fim da missão, enfrentar Bia e Cratos que se rebelaram.

Pequeno porque Eu mando aqui!


Seja humilde, pois, até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar.
- Bob Marley


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Aleksander N. Hell
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MensagemAssunto: Re: Missão One-Post para Aleksander - O Rapto do Grande Ter Ago 14, 2012 2:44 pm

A vida estava normal, como sempre. Ou não. O fato é que quando se é um Semideus, a vida nunca é muito normal, principalmente, quando se é um dos Semideuses mais problemáticos do Acampamento. Eu estava em meu Chalé, como sempre. Diferente dos que costumavam treinar, jogar, ou fazer essas coisas, eu gostava de aprender na prática e enquanto não havia missões, eu passava a maior parte do tempo dentro do Chalé, trancado, às vezes lendo, ou fazendo qualquer coisa do tipo. Mas dessa vez era um pouco diferente, pois eu estava arrumando minhas coisas para sair dali. Eu havia conseguido permissão para alternar entre o Acampamento e uma Pousada pertencente à família Diamond, com o apoio de Apolo.

Terminei de arrumar minhas armas e roupas, quando um homem entra pela porta do Chalé, era Apolo. Ele se aproximou me cumprimentou e sorriu um pouco. Eu sabia que ele queria algo, não iria me visitar apenas para me ver. Os deuses não costumam fazer isso. Provavelmente era outra missão. Sentei na cama e fiquei olhando para ele, enquanto perguntei:

- Então, o que quer?

- Tenho uma missão para você. – Respondeu ele.

- Eu já imaginava. – Falei enquanto me ajeitava na cama, antes de continuar. – Pode começar a falar, o que preciso fazer?

- Poseidon foi sequestrado, parece que é obra de Bia e Cratos. Nos céus, acima de Olímpia, na Grécia, há um templo flutuando, achamos que eles o levaram para lá, mas parece que há uma barreira que permite a entrada exclusiva de Semideuses e por isso precisaremos de você. – Disse ele.

- E os outros Semideuses? – Perguntei intrigado.

- Os mais fortes estão em missão e mandar os mais fracos, seria como mandar eles para a morte certa e não podemos fazer isso. – Respondeu o deus.

- Tanto faz, eu vou ver o que posso fazer pelo sushi. – Respondi em um tom sarcástico.

- Obrigado. – Disse Apolo, enquanto desaparecia dali.

Suspirei levemente e deitei na cama enquanto fitava o teto e pensava no que fazer agora. Eu teria que ir até a Grécia, exatamente em Olímpia e teria que enfrentar dois deuses e sabe-se lá mais o que. Não podia perder tempo, ou então, ia atrasar as coisas e Poseidon poderia se complicar mais do que já estava. Me levantei da cama e sorri.

- Bom, vamos lá.

Me dirigi até a cozinha e abri o armário, peguei alguns biscoitos e comecei a comer, enquanto arrumava a mochila com as armas. Em seguida, fui até o banheiro, onde tomei um rápido banho e escovei os dentes. Troquei de roupa e fui para a saída do Acampamento com a mochila onde estavam minhas armas e itens guardados. Chegando lá, assoviei e minha Fênix e Pégaso apareceram no céu e pousaram na minha frente.

Amarrei no Pégaso a mochila com algumas armas e montei em minha Fênix, que estava com cerca de 5 metros de cumprimento, já que havia crescido mais um pouco desde o tempo que eu havia ganhado ela. Sorri e dei a ordem para que levantassem voo e voassem a uma altitude elevada, para não sermos vistos em terra e nem em mar. Mandei que fossem até a Grécia, nas coordenadas onde ficava Olímpia, mais especificamente o Templo que Apolo havia falado.

A viagem foi calma, mas algo me dizia que toda aquela calmaria iria acabar. Sorri quando avistei o Templo, que era todo em mármore, com alguns detalhes em ouro maciço. Era cercado por um muro e não havia uma porta, o que era estranho. Mandei que se aproximassem, já que estávamos voando e os muros não eram fechados em cima, poderíamos entrar com facilidade, mas antes que pudéssemos nos aproximar mais, fomos surpreendidos por três Harpias, que arranharam meu peito e me derrubaram da Fênix.

Suspirei levemente, enquanto caia. Então sombras começaram a me cercar e se tornaram grandes asas negras em minhas costas. Bati as asas e levantei voo, enquanto ia em direção de uma Harpia. Saquei minha espada e fiz um pequeno foco de Fogo Branco na minha mão, então joguei o Fogo na Fênix, que começou a se tornar uma Fênix de Fogo Branco. Sorri e saquei minha espada, golpeando a Harpia numa velocidade que a partir no meio e ela só percebeu segundos depois.

Enquanto isso, a Fênix enfrentava duas Harpias. Apesar de serem duas contra um, a Fênix estava levando a vantagem, logo ela investiu com seu bico contra uma, perfurando o coração e soltou uma rajada de Fogo Branco em outra, terminando de matar todas as três Harpias que haviam nos atacado.

Depois dessa curta batalha, passamos do muro do Templo e começamos a busca. Mandei que a Fênix e o Pégaso esperassem do lado de fora, para caso precisasse fugir rápido, ou, precisasse deles para outra coisa. Peguei alguns itens e entrei no Templo, que parecia ser dividido em Oito Templos Menores. Subi as escadarias e cheguei ao Primeiro Templo. O analisei por uns instantes e entrei. Lá dentro, vi algumas estátuas de pedra. Andei um pouco e comecei a ouvir um barulho, como se fosse um chocalho de uma serpente. Ao perceber do que se tratava, fechei os olhos, enquanto uma voz ecoava pelo local.

- Você pode ter passado pelas Guardiãs da Entrada, mas não passará por mim, Medusa, a Guardiã do Primeiro Templo. – Disse a voz.

- É o que veremos, senhorita cabeça de serpente. – Retruquei em tom irônico.

Ela não gostou muito da provocação e isso ficou provado, quando ela atirou uma flecha a poucos centímetros do meu pé. Sorri levemente e usando meu anel, criei uma barreira sonora em volta do Templo, ela me mostraria a localização através do som, de tudo o que fizesse barulho ali dentro, mesmo que o barulho fosse mínimo, como por exemplo, uma gota de água tocando o chão.

Após a formação da barreira, ela atirou mais uma flecha, seguida de outra. Desviei da primeira e cortei a segunda com minha Katana de Ferro Estígio, mas uma terceira veio em meu momento de distração, consegui saltar para trás, mas a flecha passou de raspão no meu rosto, o que fez um pouco do sangue escorrer. Sorri para a Medusa e embainhei a Katana.

- No meu próximo movimento, você vai morrer, só porque ousou derramar meu sangue! – Falei com um sádico sorriso no rosto.

- Pode vir Semideus! – Ela respondeu um tanto cética.

A Medusa colocou três flechas no arco e começou a puxar a corda, mirou e quando estava prestes a disparar, manipulei o Som e criei um barulho muito forte em volta do crânio dela, o que a deixou confusa e estourou seus tímpanos. No momento de confusão, ela disparou e errou os três tiros. Foi o momento oportuno para mim, que ataquei com a espada em um movimento rápido e mortal no pescoço dela no sentido horizontal, a decapitando. Enquanto a cabeça voava pela arena, ela deixava escapar algumas palavras.

- Pode ter me vencido... Semideus... Mas agora enfrentará... Os Etéreos...

Ignorei ela e embainhei a Katana. Sorri e abri meus olhos, desfiz a barreira e comecei a caminhar para as escadarias que levavam ao Segundo Templo. Subi todas elas, até chegar ao local, o segundo templo era um tanto tenebroso, as Trevas pareciam cercar o local. Porém as Trevas eram o meu habitat natural e por isso entrei no local sem nem um temor, nem nada do tipo.

Lá dentro, a escuridão era profunda e por isso, ativei minhas lentes de contato. Tomei um susto quando pude ver claramente. Em um trono, uma criatura estava sentada, era meio complicado descrever a aparência, mas adianto logo que ele era muito feio. Ele se levantou e pareceu soltar um tenebroso sorriso, então desceu de seu trono e veio na minha direção, ficando a cerca de três metros de distância de mim.

- Parece que você matou a Medusa. Mas ela não era grande coisa. Prepare-se para conhecer um verdadeiro inimigo. Eu sou o Guardião do Segundo Templo, Supay, o deus Inca das Trevas, o Primeiro Etéreo e o seu pior pesadelo. – Disse ele, ainda com o sorriso no rosto.

- Ahn... Supay confere... Deus Inca das Trevas confere... Guardião do Segundo Templo... É até meio óbvio. Mas me responda o que seria um Etéreo? – Arqueei uma sobrancelha curioso.

- Me derrote e eu te contarei tudo o que precisa saber. – Retrucou ele.

- Se é assim que quer, pode vir. – Respondi o desafiando.

Ele pareceu aceitar o desafio, mexeu a perna direita, como se estivesse tomando impulso, e em questão de segundos já estava atrás de mim, o que fez com que eu me assustasse um pouco. Ele levantou a mão direita e a desceu rapidamente, com as unhas viradas para mim. Saltei para frente rapidamente e me virei para ele, escapando do golpe, ou não, logo três arranhões apareceram nas minhas costas, o que ardeu bastante e fez sangrar um pouco. Fiquei surpreso com tamanha velocidade, eu precisava ser mais rápido que aquilo para derrotar ele.

Corri na direção dele rapidamente e ele fez o mesmo, passamos um ao lado do outro rapidamente, eu saquei a katana e ele golpeou com as unhas. Após passarmos um pelo outro, ficamos parados um de costas para o outro na posição em que o golpe foi desferido. Sangue voou por todo o Templo. Um pouco era meu, que estava um pouco arranhado, mas o resto era dele, que havia perdido as pernas e os braços no meu golpe. Me virei para ele e sorri, mas ele se virou para mim e sorriu também, então as sombras o cercaram e se tornaram pernas e braços substitutos, o que me surpreendeu.

- Você ainda está longe de me derrotar, pequeno Semideus! – Disse ele.

- Olhe de novo, deus fraco! – Provoquei.

Ele se irritou e o braço esquerdo se esticou e me segurou pelo pescoço, então ele me levantou e começou a apertar meu pescoço. Estava um pouco sufocado, mas logo ele me soltou. Ele pareceu surpreso com aquilo e ficou me olhando com os olhos arregalados.

- O que aconteceu?! – Perguntou ele.

- Nunca use trevas, contra um usuário de trevas, baka! – Retruquei sorrindo.

Logo os braços e pernas dele desapareceram e eu corri rapidamente em sua direção com a katana em mãos e logo estoquei seu coração, que começou a sangrar lentamente. Ele deu um grito de dor, mas sorriu logo em seguida e começou a falar:

- Parabéns, você me derrotou. Mas eu fui apenas o primeiro, você ainda terá de enfrentar mais cinco Etéreos e os nossos mestres.

- Hunf. Os mestres devem ser Bia e Cratos, mas o que são e quem são os Etéreos?

- Vou lhe explicar. Os Etéreos são espíritos criados pela mente humana, assim como eu fui criado pela mente dos Incas, os outros foram criados pelas mentes de vários outros humanos, que precisavam de deuses para venerar, apesar de divindades, eles são completamente mortais, diferente dos gregos, que são imortais. Eu sou o Primeiro Etéreo, o Demônio Inca, mas ainda há mais cinco deles.

- Acabarei com todos eles. – Respondi sorrindo.

- Você é quem pensa, eles são muito poderosos, mais até do que eu. – Respondeu ele, enquanto gargalhava e desaparecia.

Embainhei a katana e invoquei um pouco de Néctar e Ambrosia. Comi, bebi e já estava pronto para a próxima luta. Corri pela escadaria que ligava o Segundo Templo ao Terceiro, subi tudo rapidamente e ao chegar lá, vi que o Terceiro Templo era totalmente aberto em cima, o que me deixou curioso. Entrei no Templo e olhei em volta, buscando meu inimigo, até que um rugido ecoou no ar e um tipo de Dragão apareceu. Ele parou no céu e me olhou.

- Eu sou Quetzalcoatl, o Guardião do Terceiro Templo e o Segundo Etéreo, o Dragão Asteca. Vejo que derrotou a inútil da Medusa e o fraco do Supay, mas comigo será diferente. – Falou o grande Dragão.

- Bem, é o seguinte: Primeiro, Quetzalcoatl é um nome grande e complicado, então te chamarei de Quetz. Segundo, o Supay falou a mesma coisa e acabou sendo humilhado por mim, então cale a boca de Dragão e veja como os mestres lutam. – Sorri, enquanto provocava.

Ele gritou e partiu para cima de mim, lançou chamas, mas logo eu as controlei e as impedi de sair, então as mandei de volta na garganta dele, o que feriu ele por dentro e o impediu de lançar fogo. Sorri ao saber que ele não era imune ao fogo, então fui correndo na direção dele e abri minhas asas, logo fui voando na direção dele e saquei minha katana, golpeando ele várias vezes, cegando os dois olhos, mas ele reagiu e me deu uma cabeçada, que me fez voar em uma coluna do Templo.

Me levantei e limpei minha roupa, ignorei a dor e cuspi um pouco de sangue no chão. Sorri levemente e saltei na direção dele, ele veio na minha direção para dar outra cabeçada. Logo, me envolvi com sombras e comecei a girar, como se fosse um tornado, mas com muito mais velocidade e ao invés de rodar de ponta para baixo, a ponta estava apontada para ele e a ponta era minha espada. Ao chegar perto, impulsionei um pouco mais e minha espada cravou na cabeça dele, mas com o movimento rotatório me fez atravessar o crânio dele e percorrer todo o seu corpo o furando por dentro e saindo pela sua cauda. Pousei no chão e vi o corpo dele caindo morto no chão. Invoquei mais um pouco de Néctar e Ambrosia, comi e bebi e sem demorar muito, parti para o Quarto Templo.

Ao chegar lá, vi que ele era aberto, igual o anterior, o que me fez de imediato criar as asas de sombras, pois eu sabia que enfrentaria algum inimigo aéreo. Logo, outro grande Dragão cercou todo o local, este era maior que Quetzalcoatl, o que o permitia cercar todo o local, ele aproximou um pouco a cabeça de mim e se apresentou.

- Sou Senglong, o Guardião do Quarto Templo e o Terceiro Etéreo, o deus Dragão Japonês. – Disse ele.

- Bem, eu não tenho tempo para isso, então vamos logo cair na porrada. – Respondi apressadamente.

Logo fiz dois espinhos com as trevas e atravessei os olhos dele, o cegando. Ele gritou de dor e cuspiu raios em mim. Como eu estava próximo a ele, fui acertado, mas não eram muito fortes, me fazendo apenas voar longe e bater em mais uma coluna. Me levantei um pouco irritado e envolvi minha katana com sombras e logo comecei a disparar lâminas de sombras na direção dele, arrancando-lhe um braço, parte do rabo e uma perna. Sorri e comecei a voar, ao chegar lá em cima, usei a luz para entrar dentro dele e se solidificar, criando espinhos, o matando de dentro para fora.

Havia acabado com três Etéreos, e ainda faltavam alguns. Comi e bebi Néctar e Ambrosia e subi as escadas que ligavam o Quarto Templo com o Quinto. Ao chegar lá, entrei e vi um homem e uma mulher tomando algo que parecia com chá. Eles se levantaram e se entreolharam, a mulher sacou uma katana e o homem uma lança, em seguida olharam para mim com um leve sorriso no rosto.

- Somos Izanagi e Izanami, Guardiões do Quinto Templo e os Quartos Etéreos, os deuses Japoneses da Criação. – Falaram em coro.

- Dane-se quem são, eu vou matar vocês antes que possam pensar em atacar. – Respondi com um sorriso.

- Está nos subestimando, garoto? – Perguntou o homem, Izanagi.

- Não, só acho que deuses em formas de monstros demonstram mais desafio que deuses em forma de humanos medíocres. – Retruquei ainda sorrindo.

Com um rápido movimento, apareci na frente do homem e arranquei seu braço direito, que segurava a lança. Enquanto o sangue jorrava, guardei a katana e peguei a lança, logo perfurei o coração dele, que caiu morto no chão. A mulher me olhou aterrorizada, mas logo pegou a katana e veio na minha direção tentando dar golpes, que eu defendia com a lança.

- Hum, parece que essa é a arma que ele usou na criação. É uma lança bem útil e poderosa, com ela vou conseguir acabar com os próximos inimigos com mais facilidade.

- Devolva a lança! Devolva meu marido! Vou te matar, seu desgraçado! – Gritou ela.

Sorri, enquanto ela continuava a golpear e eu continuava a defender muito facilmente. Logo ela abriu uma brecha para atacar e eu perfurei a perna direita dela. Ela se ajoelhou e largou a katana, enquanto tentava estancar o sangramento. Coloquei a lança nas costas e comecei a ir para a escadaria do Templo.

- Vou te deixar viver. Não gosto de matar mulheres, principalmente belas mulheres, mas não abuse da sorte.

Enquanto eu estava chegando na escada, ela pegou a katana e veio na minha direção. Antes que ela pudesse desferir um golpe, saquei a katana e me abaixei, então virei para ela e a cortei no meio com a katana, dividindo a parte de cima do tórax, da parte de baixo. Suspirei e guardei a katana, então fui para a saída do Templo.

Subi as escadas que ligavam o Quinto Templo ao Sexto, eu estava me aproximando cada vez mais do fim e por isso não podia perder mais tempo. Olhei o Templo, que era todo trabalhado em Mármore Negro, com detalhes em Rubis. Entrei no local e procurei por meu inimigo. Logo, das sombras, saiu um homem, ele era loiro e forte. Olhou para mim e pareceu sorrir, enquanto asas negras se abriam nas costas dele e ele começou a falar.

- Me chamo Samyaza, sou o Guardião do Sexto Templo e o Quinto Etéreo, o Judeu Decaído. Prepare-se para a morte, Semideus!

- Vamos parar com a conversa fiada e partir logo para a luta, para que eu possa acabar logo com você. – Respondi sorrindo.

Ele partiu para cima de mim e começou a desferir socos rapidamente, consegui desviar eles facilmente, ou pelo menos foi o que pensei. Quando ele saltou para trás, senti dois impactos no estômago e cuspi um pouco de sangue. Ele havia me acertado, mas eu não consegui ver por causa de sua velocidade que era tamanha. Em seguida, senti um impacto no rosto, que me fez voar em uma das paredes do Templo e destruir ela completamente.

- Belo golpe, mas ainda não é o suficiente para me derrotar. – Falei enquanto cuspi mais um pouco de sangue no chão.

Me levantei e tirei a sujeira da roupa, então saquei a katana e fui na direção dele, ele cerrou os punhos e veio na minha direção. Passamos direto um pelo outro e nos golpeamos. Senti um impacto no meu peito e quase caí, mas me apoiei na espada, enquanto isso, a asa direita dele voou pelos ares e caiu no chão, enquanto ele sangrava um pouco. Me levantei e virei para ele com um leve sorriso no rosto.

- Agora estamos empatados, Samyaza. – Falei em um tom de deboche.

- Empatados? Eu te acertei cerca de cinco golpes e você só me acertou um. – Respondeu ele sorrindo confiante.

- Um? Olhe novamente, Anjo Caído. – Respondi enquanto empunhei a katana em posição de ataque.

Logo, a asa esquerda dele também caiu ao chão e os braços e pernas dele estavam com leves cortes, nem muito profundos, nem muito superficiais. Corri na direção dele com a katana em mãos e comecei a desferir estocadas na direção dele, ele conseguiu desviar de quase todas com muita facilidade, mas duas acertaram em suas pernas, o que o fez ficar mais lento. Aproveitei a vantagem e com a katana, desferi uma estocada no peito dele, o que perfurou seu coração e o fez cair ao chão, totalmente morto.

Embainhei novamente a katana e comi um pouco de Ambrosia, então me dirigi para as escadas que ligavam o Sexto Templo ao Sétimo. Subi as escadas correndo, até chegar ao Templo. Olhei para ele, que era todo feito em Ouro, com vários detalhes em pedras preciosas. Entrei no local e lá dentro vi um brilho forte. No centro do Templo, havia um trono todo em ouro, que ficava acima de três, ou quatro degraus. Atrás do trono, brilhava uma esfera de energia que lembrava o Sol e sentado no trono, um homem alto e forte. Suas asas negras estavam abertas, diferente de Samyaza, ele tinha uma pele pálida e olhos totalmente vermelhos, vestia uma roupa da mesma coloração dos seus olhos, seus cabelos eram negros, o que era o contrário dos de Samyaza, que eram loiros. Ele olhou para mim e abriu um leve sorriso.

- Bem-vindo ao meu humilde lar.. Eu sou Lúcifer, o Guardião do Sétimo templo e o Sexto Etéreo, o Portador da Luz. Parece que você conseguiu derrotar os outros, mas assim como eles devem ter lhe dito, comigo será diferente. Eu sou muito superior a eles e vou mostrar isso nesta luta. – Disse ele bastante sério.

- Ótimo, vamos ver do que o Capeta é capaz. – Sorri em tom de deboche, enquanto escondia minha preocupação.

Ele emanava uma energia assustadora, mais poderosa do que todos os outros Etéreos que eu havia enfrentado. Senti um desconforto só pelo fato de estar na presença dele, que estava tão confiante da vitória, que sequer se deu o trabalho de levantar do trono. Ele fechou os olhos e sorriu, enquanto eu sacava a katana e me preparava para o ataque.

- Vamos começar! – Gritei empunhando a katana.

Com a espada em mãos, corri na direção dele e saltei, ficando na altura dele, tomei impulso na intenção de estocar o peito dele, mas meus planos não iriam ser tão simples. Ele sorriu como se debochasse de mim e abriu os olhos, só esse movimento, me fez voar longe e bater de costas na parede, em seguida, caí no chão. Me levantei sentindo um pouco de dor e limpei o sangue que escorria da minha boca. Olhei para ele e soltei um leve sorriso.

- Telecinese? – Perguntei intrigado.

- Exatamente. Nada do que você fizer vai ser o bastante para me derrotar, garoto. – Respondeu ele confiante.

Usei meu Anel para manipular o Som e comecei a criar um barulho ensurdecedor no local, mas foi uma tentativa frustrada, pois ele também manipulou o Som e anulou meus poderes. Ele sorriu levemente e abriu a mão, então uma esfera amarela começou a se formar na mão dele. Era pequena, mas lembrava bastante o Sol. Ele sorriu e disparou a esfera em minha direção. Usei meus poderes sobre a Luz e sobre o Fogo Branco e consegui segurar a esfera, a mandando de volta na direção dele, que pareceu surpreso e saltou, deixando o trono ser destruído pelo ataque.

- Já consegui te fazer se levantar, agora só falta eu atravessar seu coração. – Falei debochando dele.

- Não me subestime! – Respondeu ele irritado.

- Não estou subestimando. Mas nós estamos no mesmo nível de poder! Quem está me subestimando é você, Lúcifer! – Retruquei com um sorriso.

Corri na direção dele com a katana na mão e comecei a desferir vários golpes, que foram desviados por ele facilmente. Ele sorriu levemente e começou a atacar com fogo, que foi absorvido pelo meu bracelete e convertido em energia. Com a katana, desferi um rápido golpe na horizontal nas pernas dele e arranquei a perna direita dele, que foi ao chão sem conseguir se levantar. Me aproximei dele e sorri levemente, então olhei e vi que no centro do cinto dele, havia uma pedra vermelha em forma esférica presa lá. Com minha mão, puxei a pedra e logo ela se uniu à lança que estava em minhas costas e Lúcifer começou a se desintegrar na minha frente, virando pó.

Embainhei a katana e me preparei para ir ao último Templo, onde provavelmente estariam Bia, Cratos e Poseidon. Subi as escadas rapidamente e cheguei ao Oitavo Templo, que era o maior de todos eles. Entrei e vi Poseidon acorrentado e ao seu lado direito estava Bia, enquanto ao seu lado esquerdo estava Cratos. Eles sorriram e puxaram Poseidon até a saída do Templo, eu ia tentar segui-los, mas um homem de asas negras apareceu na minha frente e impediu, juntamente com um grande Dragão. O homem fez um sinal para Bia e Cratos para que eles prosseguissem e olhou para mim.

- Meus parabéns, você venceu meus servos, minhas criações. Mas você se tornou um problema muito grande e por isso, enquanto Bia e Cratos jogam Poseidon no Tártaro, eu e meu irmão acabaremos com você. Eu sou Etherial, o criador dos Etéreos e meu irmão é o Shingen, o Dragão Copiador. – O homem sacou uma bela Espada e olhou para mim. – Essa é a Espada Etérea, ela me permite usar as crenças e pensamentos humanos para criar qualquer coisa, além de poder materializar os poderes das minhas criações em mim, ou seja, eu sou todos os Etéreos que você enfrentou e ainda mais. – Falou ele sorrindo, enquanto várias espadas, diferentes das espadas dele o cercaram.

- Eu sou Shingen, o Dragão Copiador. Minhas habilidades de copiar as coisas são quase ilimitadas e você não vai me matar facilmente, Semideus! – Disse ele, enquanto encolhia e assumia uma forma humanoide, mas ainda com traços dracônicos. – Vamos acabar com você.

- Ahn... Já que está na hora das apresentações, vamos lá. Eu sou Aleksander, sou um humano e sou o Semideus que vai chutar a bunda de cada um de vocês até o Inferno. Agora vamos ao que interessa. – Falei enquanto sacava a katana.

Sorri e segurei fortemente a katana, então parti para cima de Shingen e desferi vários golpes na direção dele, mas ele defendeu todos eles apenas com o braço, mas um dos golpes conseguiu escapar e pegou no peito dele, mas não teve efeito. Ele usou a calda e me bateu com ela, me jogando na parede a arrebentando toda.

- A única coisa que pode me ferir é a espada do meu irmão, garoto. – Disse Shingen com os braços cruzados.

- Ótimo, então eu vou matar ele primeiro. – Respondi sorrindo.

Me levantei e com a katana nas mãos, corri na direção de Etherial, quando cheguei perto, desviei pelo lado e enfiei minha katana nele, fazendo ela ficar atravessada em seu corpo, logo passei direto e deixei a katana lá, ficando de costas para ele. Me virei e ele se virou também, então eu sorri levemente e saquei a Lança de Izanagi. Ele veio na minha direção e as espadas que rodeavam ele foram todas lançadas em minha direção, mas eu as desviei com a Lança muito facilmente e arremessei a Lança na direção do peito dele, perfurando seu coração.

Ele largou a espada e eu corri na direção dele, peguei a espada e o decapitei. Shingen viu a cena e veio na minha direção, então eu girei abaixado e fiz um corte na horizontal, arrancando as pernas dele. Ele começou a voar, enquanto sangrava e vinha para cima de mim. Sorri levemente e saltei, enquanto caia, fiz um corte na vertical e dividi Shingen no meio, o matando. Com a Espada Etérea em mãos, me dirigi para a saída do Templo.

Ao sair de lá, vi uma plataforma a céu aberto e no centro dela, havia um Portal, que provavelmente levaria ao Tártaro. Usei a Espada Etérea e senti meus poderes aumentarem. Sorri levemente e materializei os poderes de Lúcifer. Com a Telecinese, libertei Poseidon das correntes, então ele invocou seu Tridente e começou a lutar contra Bia, enquanto eu abri as asas negras e saltei para a plataforma, então comecei a enfrentar Cratos.

Ele me socava muitas vezes, mas eu era mais rápido e consegui desviar de todos eles. Vi que Poseidon havia usado seus poderes e jogou Bia dentro do Portal. Resolvi fazer o mesmo, já que diferente dos Etéreos e de Etherial, os deuses Gregos eram Imortais. Saltei por cima dele e usando os poderes de Supay, o confundi com as Trevas, criei uma pequena esfera em minha mão que se parecia com o Sol e atirei nele, o mandando direto no Portal e o jogando no Tártaro. Me aproximei de Poseidon com a Espada em mãos e sorri.

- A cavalaria chegou, caro tio. – Falei com um sorriso, enquanto me apoiava na espada.

- Ótimo, mas o que faremos agora? – Respondeu Poseidon.

- Primeiro, vamos fechar esse Portal, para garantir que ninguém saia por ele, e depois, vamos destruir este Templo. – Falei, enquanto saí da Plataforma com Poseidon e voltamos à saída do Templo.

Usei a Espada para fechar o Portal e voltamos para dentro do Oitavo Templo. Segurei a Espada com força e a bati contra o chão. Logo todos os Templos começaram a desmoronar, assim como o Templo principal. Eu e Poseidon saltamos de lá de cima, já que não daria tempo de descer por todos os Templos. Eu assoviei e fomos pegos pelos meus mascotes. Poseidon montado no Pégaso e eu na Fênix.

Voamos de volta ao Acampamento, enquanto o Templo desmoronava e seus escombros iam desintegrando aos poucos. Ao chegar no Acampamento, fui para meu quarto e guardei minhas coisas. Mandei que meu Pégaso levasse Poseidon ao Reino dele e voltasse em seguida. Enquanto isso, fui ao banheiro e tomei um longo banho. Em seguida, me joguei na cama e fiquei lá, olhando para o teto, até cair no sono.

Depois de algumas horas, acordei e me levantei da cama. Coloquei minhas coisas que ainda não estavam arrumadas dentro da mala e amarrei as malas no Pégaso, que já tinha voltado e na Fênix que estava lá. Fui para a saída do Acampamento e levantei voo com meus mascotes, indo para a Califórnia, na direção da Pousada Diamond.

A viagem foi calma e ao chegarmos lá, Apolo nos recebeu muito bem e indicou um local para que meus mascotes ficassem, enquanto me mostrou toda a Pousada, inclusive meu quarto, onde coloquei meus itens e minhas coisas. Então segui ele até o Bar, onde estava Poseidon, bebendo algo. Ele se levantou e me agradeceu, então nos convidou a sentar com ele. Eu e Apolo nos sentamos e pedimos algumas bebidas e comida, enquanto começamos a conversar sobre a missão e o Acampamento, dentre outras coisas importantes, ou sem importância nenhuma.


Harpias:
 

Medusa:
 

Supay:
 

Quetzalcoatl:
 

Shenglong:
 

Izanami e Izanagi:
 

Samyaza:
 

Lúcifer:
 

Etherial:
 

Shingen:
 
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MensagemAssunto: Re: Missão One-Post para Aleksander - O Rapto do Grande Ter Ago 14, 2012 4:16 pm

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Missão One-Post para Aleksander - O Rapto do Grande

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